Bequimão cumpre metas na educação e avança nos desafios para o Selo Unicef

Distante a pouco mais de 80 quilômetros da capital, São Luís, o município de Bequimão, na Baixada Maranhense, com uma população estimada em 21,2 mil habitantes, saiu do zero para uma condição em que as crianças e os adolescentes locais tenham educação de qualidade.  A meta proposta foi trazer de volta 33 alunos desistentes para o ambiente escolar – eles conseguiram rematricular 44.

“Foi um imenso desafio”, lembra o secretário de Cultura e Promoção da Igualdade Racial de Bequimão, Rodrigo Martins. Ele conta que assumiu a gestão há apenas seis meses, quando os bequimãoenses estavam com pontuação zero no Selo UNICEF.

Bequimão e outros 1.923 municípios do Semiárido e da Amazônia Legal aceitaram o desafio do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) para transformar a realidade de crianças e adolescentes que estão em situação vulnerável. Lançado há 20 anos, o Selo UNICEF convida as prefeituras a assumirem como prioridade o compromisso com a implantação de políticas públicas para esse público.  As ações são divididas em ciclos, que coincidem com as eleições municipais.

O desafio atual (2017-2020) tem como objetivo alcançar crianças e adolescentes excluídos das políticas públicas, melhorar a qualidade das já existentes para esse público, prevenir e enfrentar as formas extremas de violência contra eles e promover a participação da comunidade, especialmente de adolescentes.

O Selo propõe que a comunidade local trabalhe junta para garantir os direitos dos mais jovens com ações em áreas como educação, saúde e assistência social. Se conseguir, o município é certificado com um selo, que reconhece os esforços e avanços nessas áreas e atesta que aquele lugar coloca a infância e a juventude como prioridade.  “Nesses últimos meses, nós não só atingimos a meta como conseguimos ultrapassá-la”, orgulha-se Rodrigo, “A gente nem aparecia no mapa. Hoje, estamos entre os melhores do estado”, completa.

Exclusão escolar – Uma das metas propostas para conseguir o Selo UNICEF é identificar as causas de evasão e exclusão escolar. Hoje, quase dois milhões de crianças e adolescentes com idade escolar obrigatória (4 a 17 anos) estão fora das salas de aula no Brasil. Para que eles voltem a frequentá-las, é preciso fazer muito mais do que oferecer vagas nas escolas. A comunidade envolvida no trabalho precisa buscar esses jovens onde eles estiverem – e onde mais precisam.

“Onde algum direito não estiver chegando para esses meninos e meninas, nós trabalharemos para defender e assegurar que esses direitos sejam garantidos”, afirma a oficial de Educação do UNICEF no Brasil, Julia Ribeiro.

Uma das ferramentas utilizadas em Bequimão para trazer de volta os 44 alunos foi o Busca Ativa Escolar, uma plataforma que ajuda os gestores a identificar e enfrentar as situações de exclusão. Entre as causas mais comuns, estão o trabalho infantil, crianças e adolescentes com deficiências sem infraestrutura para chegar às escolas e a pobreza.

“Mais de 53% deles vivem em famílias com até meio salário mínimo. Certamente, outros direitos não estão sendo respeitados, não só o da educação”, lamenta Julia.

De acordo com o oficial de Educação do UNICEF para a Amazônia Legal, Angelo Damas, a região Norte, hoje, apresenta percentualmente o maior número de crianças fora da escola em relação à população. “Dentro do nosso programa de apoio aos municípios, o UNICEF já identificou mais de 15 causas que levam a essa exclusão”, diz.

Segundo dados do Censo Escolar, do Ministério da Educação, quase 1 milhão de pessoas em idade escolar abandonaram a escola em 2018. As regiões Norte e Nordeste ficam nas primeiras colocações nesse pódio. Nas séries iniciais, quase 35 mil crianças no Norte pararam de ir à escola, enquanto 59,9 mil no Nordeste deixaram de frequentar o local.

“Um dos maiores problemas da Amazônia Legal é o acesso das crianças à escola, devido às longas distâncias. Elas precisam de escolas próximas às suas residências, mas isso é só uma das causas da exclusão escolar”, afirma o oficial.

Adaptação – Para Angelo Damas, é preciso atrair esse público para o ambiente escolar, adaptando o ensino às necessidades deles e repensando as metodologias. “A gente trabalha com uma premissa de que toda criança aprende. E se a criança não está aprendendo, é preciso mudar as formas como a gente ensina.”

A especialista em Educação do UNICEF para o Semiárido, Verônica Bezerra, endossa o discurso. “Queremos compreender e ajudar os sistemas públicos a construírem uma escola que seja para todos e que a proposta escolar faça sentido para cada menino e menina que está na escola.” Para ela, uma escola “ideal” começa por amparar especialmente as crianças na primeira infância. “Educação é uma forma de proteção. Cuidar e educar são coisas que não podem estar apartadas. Na primeira infância, é onde tudo começa”, afirma.

Segundo relatos da especialista, ofertar vagas para crianças de até cinco anos de idade tem sido um imenso desafio. “Mas não são só vagas, é o que essa escola vai oferecer a essa criança. Nessa idade, ela precisa ser estimulada.”

Para Verônica, creches e pré-escolas são ambientes que vão muito além de dar banho, alimentar, trocar fralda. “É isso e muito mais. É preciso um ambiente que se responsabilize pelo estímulo e pelo direito da criança de brincar, de ter experiências diferentes, de propostas cognitivas que auxiliem esse percurso de descobertas tão natural nessa etapa – e essencial para tudo o que vem depois”.

Verônica lembra, ainda, que, por meio do Busca Ativa Escolar, os alunos podem ser matriculados nas escolas em qualquer período do ano, de janeiro a dezembro.  “Essa diretriz amplia a concepção de que as crianças e adolescentes não vão à escola apenas para passar de ano ou para cumprir um currículo. O ambiente escolar é mais que isso, deve ser um meio para que eles desenvolvam seus potenciais. Isso é válido em qualquer um dos 365 dias do ano”, ressalta a especialista.

Educação – O município que aderiu à proposta do Selo UNICEF também consegue cumprir uma agenda importante em relação aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), como parte do compromisso brasileiro para que suas metas sejam cumpridas até 2030.

Dentre esses objetivos, existem cinco que são obrigatórios para que alcance o Selo: viabilizar a volta às aulas; os direitos sexuais e reprodutivos; a valorização da primeira infância; a proteção contra a violência, em especial a redução dos homicídios, e a participação e mobilização de adolescentes.

Em relação à educação, a meta dos municípios é enfrentar a evasão, a exclusão escolar e a distorção idade-série. De acordo com informações do Censo Escolar, o Brasil “perdeu” quase 1,5 milhão de crianças na educação básica, em um período de quatro anos até 2018. Em outra pesquisa, realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), dados mostram que se o País tivesse 100 pessoas com até 25 anos de idade, 40 não estariam em nenhuma instrução ou teriam apenas o fundamental incompleto.

A ideia para alcançar essa primeira meta é unir esforços em diferentes áreas para entender as causas que levam esse público a abandonar os estudos e viabilizar a matrícula e a permanência deles na escola.

Umas das ferramentas é o Busca Ativa Escolar, uma plataforma gratuita criada que ajuda a combater as causas que tiram crianças e adolescentes das escolas. A plataforma vem apoiar os governos na identificação, no registro, no controle e no acompanhamento de quem está fora da escola ou em risco de evasão. Por meio da Busca Ativa Escolar, municípios e estados terão dados concretos que possibilitarão planejar, desenvolver e implementar políticas públicas que contribuam para a inclusão escolar.

Tudo é feito pela internet e o gestor pode acessar a plataforma pelo celular (SMS ou smartphones), tablet ou computador. Para quem não tem acesso a dispositivos móveis, há formulários impressos disponibilizados por agentes comunitários e técnicos verificadores.

A ferramenta é uma parceria entre o Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF), a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime) e o Colegiado Nacional de Gestores Municipais de Assistência Social (Congemas).

Estratégias – Para tentar transformar o ambiente das escolas, O UNICEF e parceiros apoiam estratégias para que os jovens em idade escolar permaneçam estudando. Entre elas, está o “Fora da escola não pode”. Essa ação quer garantir que eles estejam na escola e aprendendo, a partir da conscientização de diversos atores responsáveis por essa inclusão. A plataforma Busca Ativa Escolar é uma das ferramentas para que isso ocorra.

Já o “Trajetórias de Sucesso Escolar” trabalha para o enfrentamento da cultura de fracasso escolar no Brasil, como problemas com distorção idade-série, reprovação e abandono. Para combater esse problema, as ações são integradas e desenvolvidas em três níveis de gestão: redes, escola e sala de aula. A ideia é fazer com que crianças e adolescentes não só voltem para a escola, mas permaneçam estudando.

O Selo – Implantado pela primeira vez em 1999, no Ceará, o Selo UNICEF já contabiliza 20 anos de história e de mudança na vida de milhões de crianças e de adolescentes em situação de vulnerabilidade no Semiárido e na Amazônia Legal. Atualmente, 18 estados são alcançados pela ação – Alagoas, Bahia, Ceará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte, Sergipe e norte de Minas Gerais, no Semiárido, e Acre, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, na Amazônia Legal.

Saiba mais: Selo UNICEF encerra ciclo de ações e convoca municípios do Semiárido e Amazônia Legal a apresentarem resultados

Com o sucesso das experiências, o Selo cresceu e, hoje, procura aplicar o aprendizado das edições anteriores aos participantes da atual. A metodologia foi unificada para o Semiárido e Amazônia Legal e introduziu o conceito de Resultados Sistêmicos no lugar de ações, visando dar sustentabilidade às iniciativas dos municípios e garantir que as crianças e adolescentes continuem sendo beneficiadas pelas políticas públicas implementadas mesmo após o fim do ciclo.

O Selo é dividido em ciclos, que coincidem com as eleições municipais. No atual ciclo (2017-2020), mais de 2,3 mil prefeituras, em 18 estados, estavam aptas a participar da edição. Dessas, 83% aderiram à ação – ou seja, 1.924, sendo 1.509 do Semiárido e 805 da Amazônia Legal. Cumprindo as metas propostas pela ação, o município recebe, após três anos, um selo que comprova e reconhece o esforço da comunidade envolvida.

No ciclo de 2017-2020, os municípios devem apresentar os resultados das ações desenvolvidas até 31 de março, por meio da plataforma Crescendo Juntos, no site do Selo UNICEF. A comprovação das atividades é feita por meio de documentos comprobatórios e anexados no portal. O envio pode ser feito pelo computador, celular ou tablet ou com auxílio de agentes comunitários, caso o município não tenha acesso à internet.

(Com informações da Agência Rádio Mais)

Prefeito Zé Martins assina termo de adesão ao programa JEPP

No final da tarde desta terça-feira (15), o prefeito do município de Bequimão, Zé Martins, assinou o termo de adesão ao programa Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP), que leva educação empreendedora aos estudantes do 1° ao 9° ano do Ensino Fundamental.

O projeto faz parte do Programa Nacional de Educação Empreendedora do Sebrae e pode ser desenvolvido em escolas públicas e privadas. O JEPP foi implantado no Sebrae do Maranhão desde 2015. No período, mais de 42 mil estudantes já participaram da iniciativa e mais de 1 mil professores de 107 instituições de ensino maranhenses foram capacitados nas metodologias do programa JEPP.

O município assume mais uma vez o compromisso de capacitar os profissionais da educação, e consequentemente, levar aulas de empreendedorismo aos jovens da rede municipal de ensino. “Precisamos despertar nos jovens o espírito empreendedor, dar a oportunidade que eles possam abrir seus pensamentos e ver o mundo de oportunidades que temos”, ressaltou o prefeito Zé Martins.

A cerimônia aconteceu nesta terça-feira (15) em São Luís, no auditório Armando Gaspar, na Sede do Sebrae Maranhão. Na ocasião, mais 15 prefeituras maranhenses manifestaram publicamente o interesse em aderir ou renovar a adesão ao programa JEPP, que capacita professores de ensino fundamental a incluírem o empreendedorismo no currículo escolar.

 

Prefeito Zé Martins vistoria construção de escolas na zona rural de Bequimão-MA

O prefeito Zé Martins esteve vistoriando as obras da escola de quatro salas que está sendo construída no povoado Monte Alegre e de duas salas nas comunidades Santa Tereza, Boa Vista e Rio Grande em Bequimão. Outra no mesmo padrão também será construída no povoado Marinho. Os recursos foram adquiridos junto ao Ministério da Educação, por meio do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).

Imagem ilustrativa das escolas de 4 salas padrão do FNDE no Brasil

A construção da escola segue o padrão do “Projeto Espaço Educativo Urbano e Rural de 04 Salas de Aula”, com capacidade para atender até 240 alunos, em dois turnos (matutino e vespertino), assim como as escolas de duas salas que já estão em avançado estado de construção. Pelo FNDE, a Prefeitura Municipal de Bequimão está recebendo assistência financeira, com caráter suplementar, objetivando a construção e o aparelhamento dessas escolas que devem ser inauguradas no primeiro semestre de 2019.

José Albino Braga Ferreira, 50 anos, está acompanhando de perto cada detalhe da obra. O entusiasmo dele, ao ver a escola quase pronta, revela o quanto esse benefício era aguardado pela comunidade. “É para o nosso desenvolvimento. Uma escola dessa aí é muito bom. Quatro salas de aula, vai ter sala de informática com dez computadores”, conta o morador, cheio de orgulho.

“Até o mês de junho do ano que vem, vamos está cobrando do FNDE a finalização das obras da escola de quatro salas que está sendo construída no povoado Monte Alegre. Conseguimos, ainda, mais seis escolas de duas salas, que serão construídas e entregues para a população do Balandro, Vila Nova, Boa Vista, Frechal, Santa Tereza e Rio Grande. Tudo isso, representa um grande avanço para a educação do nosso município, que tem melhorado bastante nos últimos 6 anos de nossa gestão. Algumas escolas já encontram-se com 75% da obra bem avançada, e claro, como são verbas federais a gente fica cobrando sempre e se Deus quiser no primeiro semestre de 2019 vamos começar entregar essas obras para nosso povo, a começar pela escola de Monte Alegre que está ficando linda”, destacou Zé Martins.

 

Sebrae e IFMA celebram convênio na área de educação empreendedora

A  proposta é realizar ações que disseminem a cultura empreendedora nos Campi da instituição de ensino no estado, voltados à educação profissionalizante e ao ensino superior.

 

Foi assinado na tarde desta quarta-feira, 18, um Protocolo de Intenções entre Sebrae e Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia (IFMA), na modalidade convênio, para desenvolver por dois anos, nos Campi da instituição de ensino, ações do Programa Nacional de Educação Empreendedora (PNEE). O documento foi assinado pelo reitor do IFMA, Roberto Brandão e os diretores do Sebrae no Maranhão, João Martins (superintendente) e Antônio Garcês (área técnica).

Idealizado pelo Sebrae, o PNEE é um conjunto de metodologias voltadas à disseminação da cultura empreendedora aplicadas ao ensino fundamental, médio, profissionalizante e superior. “Para este convênio com o IFMA, propomos oito dessas metodologias voltadas ao universo de alunos da instituição, tanto os da educação profissional quanto do ensino superior”, sinalizou o diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins.

Diante das vocações produtivas que são trabalhadas pelo IFMA nos seus mais diversos polos no estado, o Sebrae coordenará a aplicação das metodologias Despertar, Jovem Empreendedor no Campo, Crescendo e Empreendendo, Disciplina de Empreendedorismo para a Educação Profissional, Disciplina de Empreendedorismo para a Educação Superior, Palestra Empreendedorismo em Dois Tempos, Sebrae Experience e Projeto de Extensão em Empreendedorismo Social e Negócios de Impacto Social.

O IFMA vai escolher, dentre os seus Campi no Maranhão, aqueles que irão participar desse primeiro convênio com o Sebrae. “A ideia é que todos os nossos alunos tenham contato com conteúdos referentes a empreendedorismo, mercado e negócios, sendo estimulados, além do conhecimento técnico e acadêmico, à gestão empresarial, podendo, inclusive, ser donos de sua própria empresa”, expôs o reitor Roberto Brandão que esteve acompanhado pelo diretor executivo da instituição, Agenor Almeida.

Inovação e tecnologia

Após a explanação do PNEE feita pelo diretor superintendente João Martins, o diretor técnico do Sebrae estadual, Antônio Garcês, destacou outros possíveis convênios que podem ser firmados com o IFMA. “Temos projetos na área de inovação e tecnologia e trabalhamos com um programa específico voltado a empresas avançadas – o Sebraetec, onde podemos incluir os formandos do IFMA como consultores empresariais em áreas que venham a exigir competências e habilidades referentes aos cursos que integram o portfólio da instituição “, sinalizou o executivo.

Para o reitor Roberto Brandão a proposta é muito bem vinda e de grande importância para favorecer o mercado de trabalho aos formandos. “Certamente, vamos conversar mais a respeito dessa possível parceria, pois é isso mesmo o que queremos: proporcionar aos alunos, principalmente os que estão saindo da instituição, a oportunidade de vislumbrar um horizonte mais amplo no mercado de trabalho para exercerem suas atividades”.

O PNEE

No Maranhão, o Sebrae tem como um dos seus pilares de atuação a educação empreendedora. Para tanto, a partir de 2016 a instituição ampliou a execução do PNEE promovendo e disseminando a educação empreendedora do ensino fundamental ao superior, com projetos específicos para cada nível da educação formal, incluindo o profissionalizante.

“A educação empreendedora é uma iniciativa decisiva para criar condições de acesso ao emprego e geração de renda pelo trabalho. O Sebrae já vinha realizando ações pontuais dentro do PNEE, como o Jovens Empreendedores Primeiros Passos (JEPP). A partir de 2016, resolvemos estender nossas ações na área, incluindo também escolas do Ensino Médio e Instituições de Ensino Superior, o que foi visto como um avanço dentro das estratégias de soluções educacionais da instituição”, destacou o diretor superintendente João Martins.

Bequimão realiza II Conferência Municipal de Educação

O fortalecimento da educação do município de Bequimão, localizado no Litoral Ocidental Maranhense, foi à base da II Conferência Municipal de Educação realizada nos nesta quinta (15) e sexta-feira (16) na Escola Municipal Domingos Bouéres.

Com o tema ‘Realidade e Desafios na Garantia de Direitos’, a conferência contou com a participação do Executivo Municipal, Câmara de Vereadores, representantes do Ministério Público do Maranhão, sociedade civil organizada, professores, pais e alunos.

No primeiro dia, o evento começou com a leitura do regimento da conferência e a palestra magna, ministrada pelo secretário de Educação do Município, Aristides França. O segundo dia foi voltado para discussão das metas e estratégias, e avaliação do Plano Municipal de Educação (PME), implantado em 2015.

Segundo o secretário Aristides França, o debater o plano melhora a política de educação do município. “Estamos na fase da avaliação dos três anos de implantação do projeto. Nesses dias, monitoramos os avanços e os pontos não alcançados, e conseguimos traçar uma nova estratégia para melhorar ainda mais a educação na cidade”, destacou o secretário.

A coordenadora do PME, Rosenilce Pereira, destacou durante o evento a importância da partição de todas as entidades na elaboração e avaliação do projeto. “O PME rege o norte da educação no município em todas as esferas desde a elaboração pedagógica à gestão dos recursos financeiros. Os debates são fundamentais para direcionarmos o plano de educação da melhor forma possível”.

De acordo com o vice-prefeito de Bequimão, Magal, a educação apresentou inúmeros avanços desde a implantação do PME em 2015. “Nos últimos anos houve a extinção das salas multiseriadas nas escolas. Conseguimos implantar o transporte escolar, melhorar a qualidade da merenda escolar e reduzimos o índice de evasão no município. Esses avanços fizeram com que a cidade subisse posições no Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), pontuando a frente dos municípios da Baixada Maranhense”, relatou.

Após a aprovação da nova redação feita pela plenária, o Plano Municipal de Educação foi encaminhado para Câmara Municipal e será apreciado pelos vereadores. Segundo o vereador Professor Zeca, a tramitação do plano na casa legislativa será rápida, porque os parlamentares participaram das discussões na Conferência Municipal de Educação. Depois de aprovar a redação final do texto, a Câmara vai enviar o PME para sanção do prefeito Zé Martins.

Para o prefeito Zé Martins, o momento é de avaliar o que tem sido feito e planejar os próximos anos para a Educação de Bequimão. “Temos trabalhado bastante para melhorar a qualidade da educação de nossas crianças em Bequimão. Para se ter uma idéia, nosso IDEB é superior ao de municípios que eram referências no Estado. Temos investido fortemente na educação e os resultados são bons, mas queremos melhorar ainda mais”, destacou o prefeito.

 

Merendeiras de escolas municipais de Bequimão serão capacitadas em curso de manipulação de alimentos

O objetivo é investir na capacitação dos profissionais que atuam na rede municipal de ensino. A ação será realizada pelo Sebrae em parceria com a prefeitura municipal de Bequimão.

Ao centro, diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, ao lado do prefeito de Bequimão, Zé Martins, juntamente com suas equipes técnicas

Em busca de garantir qualidade na alimentação oferecida aos alunos das escolas municipais de Bequimão, o Sebrae Maranhão em parceria com a prefeitura, irá capacitar as merendeiras que produzem as refeições nas 39 escolas do município (zona urbana e rural), por meio do curso de Boas Práticas em Manipulação de Alimentos.

Para alinhar detalhes da capacitação, o diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, acompanhando da equipe técnica da unidade regional do Sebrae em Pinheiro, foi recebido no último dia 08, pelo prefeito de Bequimão, Zé Martins e secretariado do município.

A iniciativa do Sebrae, proposta e aceita pela prefeitura de Bequimão, surgiu da necessidade apresentada pela prefeitura, sensibilizada com questões de biossegurança. Nesse sentido, o curso visa qualificar a mão de obra das merendeiras do município, a partir da manipulação dos alimentos extraídos da produção local, por meio do aproveitamento das frutas nativas da cidade.

O objetivo é fomentar práticas alimentares sustentáveis no município, além de incentivar o consumo da matéria-prima da cidade, através da utilização do material frutífero e orgânico oriundos de produtores rurais de Bequimão.

Para o diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, a importância desse tipo de capacitação vai além do fomento educacional, uma vez que, proporciona impacto na área social, no quesito da qualidade de vida dos estudantes e na área econômica do município, no que diz respeito ao aquecimento do comércio agrícola local.

“O propósito do Sebrae é unificar as cadeias que movimentam o município de Bequimão, pois a partir do momento que inicia um projeto dessa natureza, dinamiza todo um conjunto de ações para beneficiar a merendeira, capacitando-a, o aluno, no consumo de uma refeição saudável e o produtor rural, quando há compra dos alimentos dele pela prefeitura. Ou seja, a instituição age com uma complexidade empreendedora interessante e assim contribui para as políticas públicas da região, que é a mais beneficiada’’, afirma o superintendente.

Segundo o prefeito de Bequimão, Zé Martins, a capacitação irá atender a demanda da secretaria municipal de educação, que está preocupada em atender com zelo e qualidade os alunos das escolas municipais. “É um compromisso desta gestão, valorizar o servidor público para melhor atender aos cidadãos e essa capacitação é mais uma demonstração de nosso compromisso com o desenvolvimento do município de Bequimão”, enfatizou Martins.

O curso 

O curso terá carga horária de 90 horas-aulas e visa transmitir os conceitos das boas práticas de manipulação, processamento e os padrões de procedimentos operacionais de sanitização, para a melhoria da qualidade dos alimentos processados e manipulados. O início do treinamento ainda será divulgado e abrangerá as 39 escolas da rede municipal de ensino, na zona urbana e rural de Bequimão.

Serão abordados conceitos da boa prática de manipulação de alimentos, do nível básico até os conhecimentos técnicos de culinária. Higiene pessoal, ambiente, armazenamento, conservação dos alimentos e ferramentas propícias para a realização de alimentação saudável e orgânica.

Aprendizado

Segundo o nutricionista da prefeitura, Eduardo Almeida, é muito importante o cuidado com a merenda escolar, sendo este um importante fator no processo de aprendizagem dos alunos. “A alimentação balanceada constitui um dos alicerces do processo de aprendizagem, nela estão contidos todos os subsídios nutricionais que possibilitarão melhor rendimento do aluno na sala de aula”, ressaltou Almeida.

Para a coordenadora do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) do município, Graça Ribeiro, a expectativa é grande em receber a qualificação logo no começo do ano letivo. “Trabalhar com alimentação requer muito cuidado com a segurança alimentar e quanto mais capacitados, melhor iremos direcionar as atividades desse ano. Enquanto coordenadora estou animada com a abertura deste curso’’, afirmou Ribeiro.

Bequimão: profissionais da educação participam de formação continuada em Gestão Pedagógica

Profissionais que atuam na Rede Municipal de Educação participaram, na quinta (25) e sexta-feira (26), da Formação Continuada para Gestores e Coordenadores Pedagógicos, promovida pelo Governo do Estado, por meio do programa Escola Digna, em parceria com a Prefeitura Municipal de Bequimão.

Voltado para questões relacionadas ao eixo Gestão Pedagógica, o curso foi ofertado para 55 gestores e técnicos que trabalham nas políticas educacionais do município. “Uma grande oportunidade para melhorarmos ainda mais a gestão democrática e participativa nas escolas da rede municipal”, destacou o vice-prefeito, Sidney Nogueira (Magal), que participou da abertura dos trabalhos.

Segundo o secretário municipal de Educação, Aristides Amorim, a formação continuada de professores, técnicos e gestores da área tem recebido investimentos constantes na administração do prefeito Zé Martins. “A finalidade é melhorar os indicadores educacionais do nosso município. Já conseguimos resultados mais positivos no IDEB e atribuímos isso, em grande parte, às formações que nossos profissionais têm feito”, ressaltou.

Formação continuada

A Prefeitura de Bequimão ofertou, entre 2013 e 2016, cinco cursos de formação continuada aos profissionais da educação, em parceria com instituições do Governo Federal e, ainda, pela própria equipe da Secretaria Municipal de Educação (Semed).

A mais longa das formações foi a que preparou os educadores bequimãoenses para o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade (PNAIC), que teve início em 2013 e terminou somente no mês de maio de 2016. Essa formação foi direcionada aos professores que trabalham com turmas do 1º ao 3º ano do Ensino Fundamental.

A Semed também promoveu, em 2014 e 2015, uma formação continuada para os professores da alfabetização infantil. Já os profissionais que atuam em turmas do 5º ao 9º ano participaram de uma formação direcionada ao ensino de Português, Matemática e História.

Considerando o contexto de Bequimão, em que a maior parte de sua população é negra, foram ofertados dois cursos com enfoque nas questões étnico-raciais. A primeira, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Maranhão (IFMA) – Campus Maracanã, sobre Educação Escolar Quilombola. A segundo, em 2015, por meio do Plano de Ações Articuladas, do Ministério da Educação, teve enfoque na educação em comunidades quilombolas

 

Representantes de Bequimão participam do Encontro de Políticas Educacionais realizado pela Seduc

wp_20170127_12_45_21_pro1O prefeito Zé Martins, o secretário de Educação do município de Bequimão, Aristides França e o vereador Professor Zeca (PRB) participaram, nesta sexta feira (27), no Palácio Henrique de La Roque, em São Luís, do Encontro de Políticas Educacionais promovido pela Secretaria de Estado da Educação (Seduc).

O Governo do Maranhão propôs, aos prefeitos e secretários que participaram do evento, que seja fortalecido o regime de colaboração entre as redes municipais de educação, focando na qualidade do ensino e da aprendizagem a partir do alinhamento das metas educacionais.

wp_20170127_08_53_31_pro1

Os participantes receberam orientações de como podem participar dos programas e ações desenvolvidas pelo Governo estadual, que foram apresentadas pelo secretário de Estado da Educação, Felipe Camarão.

“Além de apresentarmos nossas ações, deixamos para todos os gestores a mensagem de que precisamos trabalhar juntos, pois a educação é uma construção coletiva. O regime de colaboração, previsto inclusive na Constituição Federal, é fundamental para que possamos avançar na área da educação”, enfatizou o secretário.

wp_20170127_10_59_52_pro2

O desenvolvimento de ações efetivas em regime colaboração com os municípios foi iniciado ainda em 2015 e pretende gerar resultados positivos na educação do Maranhão. Em municípios como Bequimão, que tem recebido diversos investimentos no setor, os indicadores tiveram crescimento significativo. Na gestão do prefeito Zé Martins, o índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb), divulgado em setembro do ano passado pelo Ministério da Educação (MEC), foi maior do que a média da capital. Bequimão atingiu as médias.

 O secretário Aristides destacou a importância do evento para todos os gestores, principalmente para os secretários municipais que iniciaram agora seus trabalhos à frente da Educação de seus municípios.

“É uma forma de adquirirmos mais conhecimento sobre os programas do Estado e ter esse contato mais próximo com o secretário de Educação e outros secretários municipais, trocando experiências e informações. Tenho certeza de que, com esse trabalho conjunto, conseguiremos melhorar ainda mais os nossos índices. Em Bequimão já temos a sistematização das políticas públicas no município. Nosso grande desafio como gestor da educação é efetivar a implantação dessas políticas”, frisou o secretário.

wp_20170127_12_08_05_pro1

O evento contou com a parceria da União de Dirigentes Municipais de Educação (Undime-MA) e proporcionou a discussão sobre temas como: transporte escolar, Plano Nacional de Educação (PNE) e Plano Estadual de Educação (PEE), calendário escolar, termo de cooperação com os municípios, regularização de fluxo escolar, Bolsa Família, alfabetização, estrutura das redes municipais de educação, convênios, assessoria técnico-pedagógica com formação dos professores, dentre outros. Durante a tarde, os gestores puderam esclarecer dúvidas com atendimento individual, que foi realizado na sede da Seduc

Educação: Bequimão avança no IDEB e tem média acima da capital São Luís

educacao
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), divulgado na última quinta-feira (08), confirmou os avanços alcançados nas escolas municipais de Bequimão. Com o amplo investimento do prefeito Zé Martins em educação, principalmente com a oferta de cursos de formação continuada aos professores, o município obteve a média de 4.5, na 4ª série/5º ano, e 4.0, na 8ª serie/9º ano.

“Esse resultado é um reflexo da melhor formação dos professores. De 2013 a 2016, oferecemos cinco cursos, entre eles o Pacto Nacional pela Alfabetização na Idade Certa, o PNAIC, e outros em parceria com o IFMA ou promovidos pela própria Semed”, avaliou o secretário municipal de Educação, Aristides Amorim França.

Bequimão superou a capital maranhense na avaliação do 9º ano (Bequimão alcançou 4.0 e São Luís ficou com 3.9) e empatou na média do 5º ano (4.5). O IDEB é uma síntese dos indicadores educacionais usados para avaliar a qualidade da educação no Brasil. São reunidos os resultados da Prova Brasil (aplicada a cada dois anos em estudantes do 5º e 9º ano) e as taxas de aprovação de cada escola.

A melhoria na qualidade da educação, em Bequimão, foi atestada pelo IDEB e comprovada pelos pais e responsáveis dos estudantes. “Teve bastante melhoria. Tem professores ótimos e na escola tem material para que eles possam estudar. Hoje, na escola onde ela estuda, tem como fazer um trabalho de internet, tem como pesquisar. Então, esta muito bom. Melhorou muito!”, afirmou Doglineide Lopes Silva, mãe de uma estudante da Unidade Integrada do Barroso.

Investimentos

Na educação, o prefeito Zé Martins fez um amplo e diversificado investimento. Ele adquiriu quase 2 mil kits de mobiliário escolar, colocando móveis novos na Rede Municipal de Educação; distribuiu mais de 4 mil fardamentos aos estudantes; reformou e está construindo escolas; adquiriu sete novos ônibus escolares; regularizou a merenda escolar no município; e extinguiu as turmas multisseriadas, o que garantiu mais qualidade ao ensino nas séries iniciais.

Uma das grandes conquistas foi a construção da Escola Municipal Benedita Gusmão Moraes, no bairro Ferro de Engomar, planejada pela administração do prefeito Zé Martins para ser modelo em Bequimão. O padrão que será implantado e experimentado nessa escola se estenderá, depois, às demais unidade da Rede Municipal.

A construção do prédio seguiu os parâmetros indicados pelo Ministério da Educação (MEC). Em cada ano letivo, será possível atender cerca de 450 alunos, em dois turnos. Seguindo o projeto de polarização do ensino no município, também estão sendo construídas duas novas escolas nos povoados Monte Alegre e Marinho. O prefeito conseguiu, ainda, recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), para a construção de seis escolas de duas salas no bairro Balandro e nos povoados Vila Nova, Boa Vista, Frechal, Santa Tereza e Rio Grande.

Por melhoria na qualidade de ensino, Secretaria de Educação extingue turmas multisseriadas em Bequimão

Escola modelo já está pronta para ser inaugurada

Escola modelo já está pronta para ser inaugurada

Em nota oficial, o secretário municipal de Educação, Aristides Amorim, respondeu acusação de que a Prefeitura de Bequimão estaria fechando escolas municipais. Ele esclareceu que, em 2013, após análise dos indicadores da Provinha Brasil, Prova Brasil, Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) e do Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB), foi diagnosticada a necessidade de paralisação de escolas-anexos. A decisão foi tomada em reunião com representantes da Secretaria Municipal de Educação, Sindicato dos Professores, comunidade escolar e pais de estudantes.

Nas escolas-anexos, as turmas eram multisseriadas. Entre sete a 15 alunos estudavam na mesma turma com séries misturadas (Educação Infantil, 1º ano, 2º ano, 3º ano, 4º ano, 5º ano) e um só professor precisava dar conta de até 30 disciplinas diferentes. Para garantir um ensino de mais qualidade, foi iniciado o processo de nucleação.

“Os pais concordaram com o processo e reconheceram que, dessa forma, os filhos teriam uma aprendizagem de melhor qualidade; de igual modo, os professores também reconheceram que ficaria bem melhor o trabalho em sala de aula. Todo o processo foi registrado em ata e assinada por todos os presentes. A partir daí, os estudantes foram remanejados para a escola polo e redistribuídos em séries normais”, frisou Aristides Amorim.

Leia a íntegra da nota oficial.

NOTA OFICIAL

A partir de uma notícia equivocada, tendenciosa e leviana, a Secretaria Municipal de Educação esclarece que a paralisação de escolas-anexos, em Bequimão, é resultado de um diagnóstico interno e externo realizado em 2013 pela Secretaria, após análise de dados da Provinha Brasil, Prova Brasil, Avaliação Nacional da Alfabetização (ANA) e Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (IDEB). Na época, foi verificado o baixo desempenho dos alunos da Rede Municipal, principalmente, nas disciplinas Língua Portuguesa e Matemática. Para aprofundar a análise dos dados, realizou-se uma avaliação específica nas escolas-anexos, nas quais funcionavam turmas multisseriadas, ou seja, turmas com média oscilando entre 7, 10, 12, 15 estudantes por turma, com séries misturadas (Educação Infantil, 1º ano, 2º ano, 3º ano, 4º ano, 5º ano) e um só professor ministrando aula para esses alunos. Percebeu-se que, nessas escolas-anexos, os professores “ensinavam” cerca de trinta disciplinas diferentes, um desrespeito aos alunos, pais e professores, apesar de o vereador desinformado e sem nenhum compromisso com a população defender a permanência dessas escolas. De posse dessas informações e depois de reunião que envolveu a Secretaria de Educação, o Sindicato dos Professores, comunidade escolar e os pais dos estudantes, foi iniciado o processo de nucleação de anexos. Os pais concordaram com o processo e reconheceram que, dessa forma, os filhos teriam uma aprendizagem de melhor qualidade; de igual modo, os professores também reconheceram que ficaria bem melhor o trabalho em sala de aula. Todo o processo foi registrado em ata, assinada por todos os presentes. A partir daí, os estudantes foram remanejados para a escola polo e redistribuídos em séries normais, a exemplo do anexo de Santa Vitória, objeto da acusação infundada. Os alunos desse anexo foram remanejados para a escola polo em Barroso, que fica distante 1 km de uma escola para outra. A Prefeitura de Bequimão garantiu o Transporte Escolar para os alunos. Ação dessa natureza mostra a coerência da gestão em educação, que cumpre com responsabilidade a política educacional em Bequimão, pautada no compromisso com o social. Diferentemente do que a notícia equivocada e de má-fé veicula, a Secretaria não tem descuidado um só minuto de sua responsabilidade. Recentemente, foi distribuído fardamento escolar para todos os alunos da rede municipal; foi renovado o mobiliário das escolas, com 1.863 cadeiras e carteiras para os alunos, 66 mesas e carteiras para os professores, 51 mesas para cadeirantes, dentre outros. Além disso, foi construído o que se pode considerar o mais importante instrumento articulador da política educacional no município, o Plano Municipal de Educação (PME), que constitui o planejamento estratégico da educação no território do município de Bequimão para dez anos; a construção do Regimento Escolar para toda a rede municipal de ensino, disciplinando o funcionamento das escolas municipais; reestruturação de todos os setores da Secretaria, principalmente o de Recursos Humanos. Além disso, foram reclassificados os professores que concluíram o Ensino Superior, os que concluíram a Pós-Graduação e foram realizadas várias formações para os professores em parceria com o IFMA; foram capacitados os professores que trabalham nas áreas quilombolas; a Secretaria realizou vários encontros pedagógicos e foi repassado aos professores o percentual de 11,36 do Piso Nacional, bem como foram concedidas várias Licenças-Prêmio, Licença para tratamento de saúde, o que demonstra respeito e valorização dos profissionais da educação do município. As críticas são respondidas com trabalho e responsabilidade. Ao vereador mal intencionado e com ânsia de visibilidade política, fica a sugestão da leitura e a análise do Mito da Caverna, de Platão, para que a “verdade” que ele insiste em forjar não desmereça a inteligência das demais pessoas. A sociedade só se libertará de políticos dessa natureza com um trabalho sério de educação, como o que está sendo promovido e aprimorado em Bequimão.

Aristides França

Secretário Municipal de Educação