Secretaria de Cultura e Igualdade Racial abre campanha do desarmamento infantil

Criança brincando com arma? Para criança, não é adequado “Arma nem de Brinquedo!”. Esse alerta está sendo feito pela Prefeitura Municipal de Bequimão, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Secretaria Municipal de Educação e Secretaria Municipal de Assistência Social. A campanha do desarmamento infantil começou nesta quarta-feira (19), na Comunidade Quilombola de Rio Grande.

A campanha foi criada em consonância com as mobilizações do 15 de abril, Dia do Desarmamento Infantil, no Brasil. Em Bequimão, as ações seguem até 30 de novembro. Réplicas de armas de fogo ou jogos de videogame violentos, por exemplo, podem influenciar negativamente as crianças, gerando uma banalização da violência.

“Queremos debater junto com as próprias crianças, a comunidade escolar do município e as famílias sobre as consequências que o incentivo ao uso de armas de fogo por crianças podem causar na vida destes futuros adultos”, enfatizou a secretária de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Dinha Pinheiro.

Para essa campanha, a Prefeitura buscou a parceria do Conselho Tutelar, Polícia Militar, Polícia Civil, Guarda Municipal, Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente (CMDCA), Programa Educacional de Resistência às Drogas (PROERD) e CRAS. Durante todo o ano, serão promovidas palestras e espaços de discussão dos reais perigos a que as crianças são expostas ao utilizarem simuladores de armas de fogo. Também estão programadas atividades esportivas, artísticas e culturais, com o intuito de mostrar às crianças e jovens outras possibilidades de lazer.

“Faz quatro anos que iniciamos um trabalho efetivo de cuidado com a primeira infância aqui em Bequimão, por meio da Semana do Bebê Quilombola. Conseguimos, nesse tempo, avançar em vários indicadores sociais relacionados às crianças. Vamos estender cada vez mais esse trabalho, porque consideramos que é com investimentos à formação, desde cedo, que poderemos gerar mais oportunidades para as pessoas do nosso município”, assegurou o prefeito Zé Martins.

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Bequimão participa da adesão do Maranhão ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial

Governador-Flávio-Dino-assina-termo-de-adesão-do-Maranhão-ao-Sinapir-300x233Gestores de Bequimão participaram da solenidade de adesão do Maranhão ao Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (Sinapir) e da retomada de ações do Programa Brasil Quilombola (PBQ), que contou com a presença da ministra de Igualdade Racial, Nilma Lino Gomes, do governador Flávio Dino e do secretário extraordinário de Igualdade Racial do Maranhão, Gerson Pinheiro.

A ministra Nilma Lino Gomes ressaltou a importância histórica do momento e agradeceu a parceria. “Essa é uma luta histórica do país, porque a questão racial é uma luta nacional. Este momento aqui no Maranhão vai ficar gravado na memória da Seppir, porque o que o governo e municípios estão fazendo aqui é dar a oportunidade para que vejamos negros e brancos representados horizontalmente”, afirmou.

Também foi oficializado acordo de cooperação, no âmbito da Secretaria de Estado da Educação (Seduc), para implementação da Lei 10.639/2003, que insere no currículo escolar o ensino de História e Cultura Afrobrasileira e Africana e as Diretrizes Curriculares Nacionais para as comunidades quilombolas.

Pelo município de Bequimão estiveram presentes a secretária de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Dinha Pinheiro, e Edmilson Pinheiro.

Políticas Públicas Municipais

A Secretária Dinha Pinheiro, durante interlocução com a SEIR, disse que o município está organizando a sua adesão ao Sinapir e que todos os esforços estão sendo realizados para que ainda este ano Bequimão esteja pactuado no Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial. “O combate à desigualdade passa pela promoção de políticas para o enfrentamento do racismo, que são politicas públicas efetivas na administração do prefeito Zé Martins”, afirmou a secretária.

O Sinapir foi criado para estimular a criação dos organismos de igualdade racial, além de democratizar o acesso aos recursos públicos do governo federal destinados a projetos voltados para a promoção da igualdade e a superação do racismo.

 

Com informações do SEMATUR/Bequimão

Bequimão recebe kit para estruturar Secretaria de Cultura e Igualdade Racial

DSC_0049Bequimão ganhou mais estrutura para a política de promoção da igualdade racial desenvolvida na gestão do prefeito Zé Martins. A Secretaria Estadual da Igualdade Racial doou kits de escritório, com mesa para computador, mesa de reunião, armário de madeira, cadeiras, computador, impressora e material de expediente.

O kit foi entregue à secretária de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Dinha Pinheiro, que participou da conclusão das atividades do Projeto de Fortalecimento da Política de Promoção da Igualdade Racial, na última sexta-feira (12).

CSC_0028A cerimônia, realizada no Palácio Henrique de La Roque, foi presidida pela secretária de estado da Igualdade Racial, Claudett Ribeiro, que no ato representou o governador do estado, Arnaldo Melo, juntamente com a adjunta e coordenadora do Projeto, Benigna Almeida. A secretária destacou o empenho das prefeituras municipais, dando destaque a Bequimão, que promoveu a primeira Semana do Bebê Quilombola do Brasil.

A secretária adjunta da Igualdade Racial e coordenadora do projeto, Benigna Almeida, apresentou a síntese dos resultados do projeto e detalhou as etapas realizadas, com ênfase à capacitação dos gestores para ações de enfrentamento ao racismo.

Em seguida, foi feita a entrega simbólica dos kits para escritório e de material de expediente. Logo após, foram assinados os termos de transferência dos bens por todos os prefeitos presentes, que em seguida receberam os kits.

Encerrando a solenidade, os gestores homenagearam a ancestralidade afro-brasileira com canto em língua africana.

Prefeito de Bequimão é primeiro do Brasil a criar Semana do Bebê Quilombola

mãe e filho 2

O prefeito de Bequimão, Antônio José Martins (PMDB), é o primeiro do país a instituir a Semana do Bebê Quilombola, evento em defesa de crianças de até seis anos de idade nascidas em comunidades remanescentes de quilombos. A iniciativa lançada nesta segunda-feira (25), em solenidade na Câmara Municipal de Bequimão, deve ser reproduzida pelo Unicef em outros municípios do Brasil onde existem quilombolas.

Durante a assinatura simbólica da lei que instituiu a semana, o prefeito lembrou que o município possui quase 13.500 habitantes negros, o que representa cerca de 70% da população local. “São pessoas que carregam consigo uma história de muita luta e de contribuição pelo nosso município. Mas nem sempre essa população recebeu o devido valor”, destacou Martins, para quem essa situação pode ser mudada com parcerias, como as estabelecidas por conta da Semana do Bebê Quilombola. “Com olhos mais sensíveis, vamos lutar para proporcionar melhor qualidade de vida a esses povos”, completou o prefeito.

Trabalham em conjunto o Governo do Maranhão, por meio da Secretaria Estadual Extraordinária da Igualdade Racial, Prefeitura de Bequimão, Unicef, Fundação Josué Montello, Pampers e RGE. Cada uma das dez comunidades envolvidas também participou do planejamento das ações, reunindo saberes  tradicionais e intervenções que partem do poder público.

O Unicef já apoia prefeituras que se interessam por realizar a Semana do Bebê, mas é a primeira vez que o evento é direcionado às crianças de quilombolas. O oficial do Unicef, Antônio José Cabral, que acompanhou o primeiro dia de programação, defendeu a visão de que as crianças e adolescentes precisam ser encarados como prioridade absoluta nas políticas públicas. Segundo ele, o grupo com maior vulnerabilidade no país são as crianças, principalmente aquelas que moram no nordeste e são negras ou indígenas. “Precisamos trabalhar em cima das desigualdades relevantes, para que as crianças vivam e cresçam sem violência, sem trabalhar. Criança é para estar na escola ou brincando”, enfatizou

Cabral comentou, ainda, que muitas crianças brasileiras morrem antes de completar um ano, vítimas de doenças que podem ser prevenidas com vacinação ou pelo acompanhamento do pré-Natal.  “Toda criança deve ser respeitada e cuidada. Com esta semana, queremos incentivar o desenvolvimento integral desde a infância. Mais tarde, vamos olhar para os indicadores e ver o que está mudando na vida dessas crianças. Vamos perceber, então, que valeu a pena”, garantiu o representante do Unicef.

Em outubro, o prefeito de Bequimão assinou o termo de adesão e inscreveu o município para participar da ação, que é pré-requisito para a conquista do selo Unicef.  O próximo passo é a elaboração de diagnóstico e de um plano de ação visando a melhoria dos indicadores sociais. No final de três anos, caso o município alcance a pontuação, é conferido o selo.

Da cerimônia de abertura, participaram a secretária Estadual da Igualdade Racial, Claudett Ribeiro; a representante da Fundação Josué Montello, Karine Ericeira; a secretária municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Dinha Pinheiro; a presidente da Câmara Municipal de Bequimão,  Francinete Pereira, além de secretários municipais e vereadores.

Comunidades

A programação da Primeira Semana do Bebê Quilombola se estenderá até sábado (29), nas comunidades de Santa Rita, Rio Grande, Arquipá, Ramal do Quindíua, Pericumã, Marajá, Conceição, Mafra, Sibéria e Juraraitá, todas já certificadas pela Fundação Palmares. Enquanto era realizado o lançamento oficial da semana, os pontos de luz, como são chamados os mobilizadores, estimulavam as ações nos quilombos.

Foi momento de parar para ouvir histórias como as de dona Helena Nogueira Gusmão, moradora da comunidade de Ariquipá. Ela relembrou a lida diária para criar os dez filhos, quase todos nascidos pelas mãos das parteiras Odete e Ziloca. “Elas ficavam três dias acompanhando a gente, curando o umbigo da criança. Eu tinha muita confiança. Quando dava dor, eu não achava outro jeito sem chamar elas”, contou.  Para a mulher parida, era servido galinha quase sem tempero. No resguardo, que era o período de 40 dias após o parto, a mãe tomava purgantes e “remédios de mato”.

As lembranças de dona Helena são acompanhadas pelo olhar curioso das crianças. A mesma atenção é dada aos dentistas, médicos, enfermeiros e agentes de saúde que participam da Semana do Bebê Quilombola, sensibilizando pais e filhos para a necessidade de prevenção de doenças. Um ponto forte é a sensibilização da comunidade para a utilização cotidiana da multi-mistura, importante como complemento alimentar.

A Semana do Bebê Quilombola encerrará no sábado (30), com uma grande caminhada no Centro de Bequimão, quando será levantada a bandeira contra o racismo na infância.

Bequimão se prepara para Primeira Semana do Bebê Quilombola

bebe quilombolaDez comunidades do município de Bequimão, localizado a 54 km de São Luís, foram mobilizadas para a 1ª Semana do Bebê Quilombola, que acontecerá entre os dias 25 e 30 de novembro. O Governo do Maranhão, por meio da Secretaria Extraordinária de Igualdade Racial, Prefeitura Municipal de Bequimão, Unicef, Fundação Josué Montello, Pampers e a empresa RGE uniram forças para levantar a discussão sobre a prioridade do direito à sobrevivência e ao desenvolvimento de crianças de até 3 anos de idade. A solenidade de abertura ocorrerá na segunda-feira (25), às 9h, na Câmara Municipal de Bequimão.

Os moradores das comunidades quilombolas ajudaram a elaborar a programação da Semana. Foram eles que escolheram, em assembleia, o tema “O Direito, a Sobrevivência e o Desenvolvimento da Criança Quilombola”, com o intuito de destacar os cuidados que se deve ter com a criança logo na primeira infância. As atividades serão realizadas, simultaneamente, nos povoados Santa Rita, Rio Grande, Ariquipá, Ramal do Quindíua, Pericumã, Marajá, Conceição, Mafra, Sibéria e Juraraitá, todas certificadas como remanescentes de quilombolas.

Pioneira no Brasil, a Semana do Bebê Quilombola de Bequimão foi construída de maneira participativa e colaborativa, para servir como modelo a outros municípios do país. No começo do mês de outubro, a secretária Estadual de Igualdade Racial, Claudett de Jesus Ribeiro, e a secretária Municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Dinha Pinheiro, promoveram rodas de conversa em sete dessas comunidades.

Os moradores dos quilombos opinaram sobre aspectos importantes ao desenvolvimento infantil, como a necessidade de consultas ao pediatra, cuidados com alimentação, amamentação, brincadeiras e passeios, estabelecimento de limites desde cedo, bons exemplos dos pais, dentre outros.

A partir das respostas, foram propostas ações que valorizam o jeito característico, nos quilombos, de cuidar das crianças. “Assim como na África, tudo aqui é coletivo. Então, toda a comunidade educa a criança e todas se criam juntas. Queremos que isso seja reforçado, como forma de manter a identidade dos negros quilombolas”, destacou Claudett Ribeiro.

Troca de experiências

Durante a Semana, serão partilhadas experiências que demonstram a necessidade de preservar a cultura da população quilombola. Haverá momento para se falar dos remédios, rezas e das crenças que vieram da África; para contação de história sobre a infância dos avós; discussão a respeito das mulheres guerreiras e da importância das crianças nos quilombos, além de conversas sobre gravidez e parto.

Pontos de luz, como serão chamados os facilitadores, estimularão histórias como a de Eunice Cruz Pinheiro, 24 anos, que deu luz ao filho Renan Cruz Pinheiro, hoje com 4 anos. Ela fez todo o pré-natal no hospital do município, mas no dia do parto estava chovendo muito forte e a ambulância não conseguiu chegar até sua casa, que fica após um rio. A solução foi realizar o parto em casa, tendo como parteira a própria avó. “Aqui, na comunidade, a gente acha até melhor ter o filho em casa, por que a gente recebe o cuidado da família. Além disso, todo mundo dá apoio, pode ser de qualquer pessoa, de um professor ou parente, que aconselham”, contou a jovem mãe quilombola.

Esse conhecimento tradicional dialogará com políticas de assistência e cuidados à primeira infância. Médicos, enfermeiros, nutricionistas e agentes de saúde estarão nas comunidades prestando serviços de vacinação, atendimento médico básico, orientação alimentar e de saúde bucal. “Reconhecemos a importância dessas comunidades para a história e para a construção do nosso município. Por isso, queremos oferecer todas as condições para que a identidade dos quilombos seja preservada, ao mesmo tempo em que ampliamos a assistência por meio das políticas públicas”, afirmou o prefeito José Martins (PMDB).

Bequimão em números

  • 20.339 habitantes;
  • 10.344 homens e 9.995 mulheres;
  • 13.748 vivem na zona rural;
  • 6.591 moram na zona urbana;
  • 6.921 identificam-se como brancas;
  • 13.319 são negros;
  • 18 comunidades remanescentes de quilombos;
  • 10 são certificadas pela Fundação Cultural Palmares.  

Quilombolas de Bequimão recebem visita da secretária Estadual da Igualdade Racial

conversaSete comunidades quilombolas de Bequimão receberam a visita da secretária Estadual de Igualdade Racial, Claudett de Jesus Ribeiro, e da secretária Municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Dinha Pinheiro, no sábado (05) e domingo (06). Nas rodas de conversa com os moradores dos quilombos, foi discutido o desenvolvimento das crianças quilombolas que têm de zero a três anos de idade.

As secretárias estiveram nas comunidades de Santa Rita, Rio Grande, Ariquipá, Ramal do Quindíua, Conceição, Mafra e Juraraitá, todas certificadas como remanescentes de quilombolas, com a proposta de sensibilizar os moradores sobre o jeito característico, nos quilombos, de cuidar das crianças. “Assim como na África, tudo aqui é coletivo. Então, toda a comunidade educa a criança e todas se criam juntas. Queremos que isso seja reforçado, como forma de manter a identidade dos negros quilombolas”, afirmou Claudett Ribeiro, no encerramento das visitas, no povoado Juraraitá.

Foi com a participação constante da família e o apoio dos vizinhos que Eunice Cruz Pinheiro, 24 anos, deu luz ao filho Renan Cruz Pinheiro, hoje com 4 anos. Ela fez todo o pré-natal no hospital do município, mas no dia do parto estava chovendo muito forte e a ambulância não conseguiu chegar até sua casa, que fica após um rio. A solução foi realizar o parto em casa, tendo como parteira a própria avó.

eunice e filho“Aqui, na comunidade, a gente acha até melhor ter o filho em casa, por que a gente recebe o cuidado da família. Além disso, todo mundo dá apoio, pode ser de qualquer pessoa, de um professor ou parente, que aconselham”, contou a jovem mãe quilombola.

As experiências dos moradores dos quilombos sustentavam suas opiniões quando foram convidados a comentar e votar sobre aspectos importantes ao desenvolvimento infantil. Os questionamentos envolviam a necessidade de consultas ao pediatra, cuidados com alimentação, amamentação, brincadeiras e passeios, estabelecimento de limites desde cedo, bons exemplos dos pais, dentre outros.

A partir das respostas, Claudett Ribeiro comparou as relações familiares nos quilombos com as existentes nas grandes cidades. Em sua opinião, os quilombolas amam e respeitam suas avós, enquanto nas cidades nem as mães têm mais tempo de cuidar dos filhos.

Propostas – Com essa ação nas comunidades quilombolas, a Secretaria Estadual da Igualdade Racial (SEIR) e a Secretaria Municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial de Bequimão querem preservar esses valores, que fazem parte da identidade negra quilombola. “As comunidades quilombolas têm saberes imensos que precisam ser divulgados e respeitados. É assim que acontece a luta negra, contra o profundo racismo que é entranhado na história do Brasil e do Maranhão”, frisou Claudett Ribeiro.

Dinha Pinheiro comprometeu-se a manter atividades culturais e de educação nas comunidades quilombolas do município. Ela aproveitou para lembrar os esforços da Prefeitura de Bequimão em busca do reconhecimento das terras remanescentes de quilombo do município; 10 já foram certificadas. “Depois deste momento de visita, vamos planejar outras ações para garantir mais cuidados com as crianças quilombolas de Bequimão”, garantiu a secretária.

Em cada comunidade, a visita foi encerrada com música. Primeiro, os moradores cantavam para os visitantes e, em seguida, vinha a retribuição, pelo canto de Gisele Padilha, que acompanhou as atividades. A cantora e membro da equipe da SEIR cantou música sobre Zumbi dos Palmares, desmistificando a relação que se faz, em algumas localidades, entre zumbi e os mortos. “Zumbi é o herói, por conta dos Palmares. Ele nos lembra das lutas que travamos todo dia e toda a hora para vencer”, destacou Gisele.