Pesquisadores da UFMA avaliam condições de vida e saúde de idosos quilombolas de Bequimão

As condições de vida e saúde de 208 idosos das comunidades quilombolas de Bequimão estão sendo estudadas por pesquisadores da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) – Campus Pinheiro. Na primeira fase da pesquisa, realizada em 2018, foram levantadas informações a partir de questionários aplicados aos moradores com mais de 60 anos de idade. Na última quarta (14) e quinta-feira (15), a equipe formada por investigadores dos cursos de Medicina e Enfermagem voltou às comunidades, desta vez para coleta de sangue e urina, que serão analisados em laboratório. A Prefeitura de Bequimão, parceira do projeto, pretende usar os dados gerados pela pesquisa para melhorar o planejamento das políticas de saúde voltadas a essa população.

Os agentes comunitários de saúde, que acompanham periodicamente as famílias do município, ajudaram a fazer o primeiro levantamento, identificando as pessoas idosas. Depois, os pesquisadores foram de casa em casa, nas comunidades de Ariquipá, Suassuí, Sibéria, Pericumã, Juraraitá, Mafra, Santa Rita, Conceição, Ramal do Quidiua, Rio Grande e Marajá. Eles procuravam saber as condições socioeconômicas, demográficas, sanitárias, os comportamentos de saúde e as doenças que mais afetam os idosos de comunidades quilombolas.

A hipertensão arterial apareceu como a doença com maior incidência entre as pessoas com mais de 60 anos. Do total de idosos entrevistados, 57,2% sofrem de pressão alta. As outras enfermidades mais relatadas foram os problemas de coluna, glaucoma/catarata e diabetes, principalmente entre as mulheres. As entrevistas ocorreram entre os meses de junho e setembro do ano passado. Além desses dados, a equipe de pesquisa estava interessada em entender fatores sociais e econômicos que influenciam na dinâmica de vida nos remanescentes de quilombos.

“Observamos que as desigualdades no envelhecimento populacional refletem características do processo histórico, social, regional e cultural. Quando pensamos na situação da população negra, percebemos um acúmulo de desvantagens ao longo de cada ciclo de vida e gerações até a fase idosa. A situação de vida, saúde e doença dessas pessoas revela as marcas históricas dos níveis sociais”, destacou o coordenador da pesquisa, Bruno de Oliveira, que é professor do Curso de Medicina e doutor em Saúde Coletiva, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Essas informações servirão de base para a etapa iniciada na segunda semana de agosto. Desde o início, a equipe recebeu apoio técnico e logístico da Secretaria de Estado de Articulação das Políticas Públicas do Maranhão, Secretaria Municipal de Assistência Social de Bequimão, Secretaria de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Secretaria Municipal de Saúde, equipes da Estratégia de Saúde da Família e das lideranças comunitárias locais. Conta também com financiamento público da FAPEMA e do CNPq.

Nova fase de coletas

Os pesquisadores da UFMA retornaram às comunidades para um novo encontro com os idosos e as idosas que haviam participado da primeira etapa do estudo. Agora, eles coletaram amostras de sangue e de urina, que serão examinados em laboratório. Para conhecer melhor a saúde dos quilombolas a partir dos 60 anos, serão avaliados o hemograma completo, glicemia de jejum, lipidograma completo, PSA (somente homens) ácido úrico, ureia, creatinina, TGO, TGP, EAS (sumário de urina). Depois de seis meses, a coleta será repetida. “Com as informações obtidas, o projeto tem o compromisso de dá um retorno à comunidade, com ações que proporcionem uma transformação social, política e de saúde”, garantiu o professor Bruno.

As coletas dessa nova fase foram acompanhadas pelo secretário municipal de Cultura e Promoção da Igualdade Racial, Rodrigo Martins, que ressaltou o conjunto de ações desenvolvidas pela administração municipal, desde 2013, para melhorar as condições de vida dos moradores das 11 comunidades quilombolas de Bequimão. “Sabemos o quanto a população negra foi negligenciada, historicamente. Por isso, nosso esforço é para criar projetos que efetivamente transformem a vida dos quilombolas do nosso município, com cuidados que vão desde a primeira infância até a velhice”, enfatizou o secretário.

Remanescentes de quilombos

Os quilombos surgiram como territórios de resistência à escravidão no Brasil. Ao longo da história do país, muitas dessas comunidades permaneceram no mesmo lugar de luta dos ancestrais. O Maranhão é o estado do país com a segunda maior concentração das chamadas comunidades remanescentes de quilombos, com 27,7%, ficando atrás apenas da Bahia, que registra 30%, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), no censo de 2010.

Em Bequimão, a estimativa é que 1.286 famílias vivam nas 11 comunidades já reconhecidas pela Fundação Cultural Palmares e pelo Ministério da Cultura.

Estudante bequimãoense é aprovada em primeiro lugar no Sisu para a UFMA

A estudante bequimãoense Mariana Amorim Garcia moradora do bairro Balandro

A estudante bequimãoense, Mariana Amorim Garcia, de 18 anos, conquistou o primeiro lugar no  Sistema de Seleção Unificada (SiSu), na categoria escola pública. Filha dos pescadores Carlos Jalsen Martins Garcia e Maria da Conceição Ribeiro Amorim, Mariana Amorim mora no bairro do Balandro, na cidade de Bequimão. Sem muitas condições financeiras, Mariana fez um cursinho preparatório para concorrer a prova do ENEM – Exame Nacional do Ensino Médio.

A estudante conquistou uma nota alta, mesmo sendo aluna de escola pública, mostrando que em Bequimão o ensino está cada vez melhor e obedece os padrões do Ministério da Educação (MEC). Mariana Amorim conquistou 627 pontos na nota geral, e na redação ela foi excelente, obtendo 860 pontos. Essa nota a colocou dentro da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), onde irá fazer o curso de letras.

Colocando em ordem cronológica a vida estudantil de Mariana Amorim, ela iniciou sua trajetória escolar no bairro Balandro, na Unidade Integrada Anexo Barroso, de onde saiu para as escolas Municipais Estado de Minas Gerais, Domingos Bouéres, Aniceto Cantanhede (1º e 2º ano) no centro da cidade de Bequimão e escola estadual Manuel Beckman (onde cursou o 3º ano).

Mariana Amorim Garcia (de blusa cinza) segura um cartaz com a amiga também estudante de escola pública em Bequimão-MA

Mariana Amorim mostra que não existe outro caminho para o sucesso, se não for através dos livros, mesmo sendo de família humilde. “Eu fiquei muito feliz quando soube da notícia, venho estudando e focada desde o 1º ano do ensino médio, mas nunca imaginei que a satisfação seria tão grande, sensação de trabalho cumprido. Agradeço aos meus avós Maria de Nazaré Rodrigues Martins, João da Mata Martins Garcia e ao meu tio/padrinho Adelson Martins Garcia, que me criaram desde os primeiros anos de vida e me apoiaram em todas as minhas peripécias. Agradeço também aos meus professores, diretores, secretários e auxiliares do município e do estado que me ensinaram muito até aqui”, descreveu com emoção a estudante bequimãoense.

Mariana Amorim Garcia é daquelas que precisa servir de exemplo e referência para outros jovens bequimãoenses. Como ela mesma descreve, nada foi fácil, mas seu esforço lhe levou até o destino onde sempre sonhou. A partir de agora a trajetória será construída com mais livros, que formarão uma ponte até o sucesso almejado por ela. Isso se chama sonho (uma mistura de vontade com dedicação).

Bairro Ferro de Engomar recebe atividades do projeto Saúde, Esporte, Lazer e Cidadania

O Ferro de Engomar, um dos bairros mais populosos de Bequimão, recebeu no início de julho o projeto Saúde, Esporte, Lazer e Cidadania, idealizado para atender comunidades quilombolas, e de vulnerabilidade social. O trabalho é desenvolvido por professores do Departamento de Educação Física da Universidade Federal do Maranhão (UFMA) e, no município, teve apoio da Prefeitura Municipal de Bequimão e do Gabinete do Deputado Estadual Zé Inácio.

A atividade foi realizada no campo de futebol “Binezão”, que fica na estrada do Quindíua, com participação de 260 crianças e adolescentes entre as idades de 8 a 17 anos, além de 50 pais e responsáveis. Envolveram-se na ação 25 acadêmicos de Educação Física da UFMA, duas professoras da instituição e uma professora de Educação Física colaboradora, sob coordenação da professora Juciléa Neres Ferreira, que é doutora em Enfermagem em Saúde Pública.

Foram mobilizados alunos das escolinhas de futebol de Bequimão e Alcântara, bem como estudantes da Unidade Escolar Manuel Beckman. As práticas de esporte e lazer também serviram como mote para orientações sobre prevenção de doenças crônicas, como a hipertensão, diabetes e obesidade.

“A prática esportiva efetivada nesta ação se propôs a capacitar os estudantes a lidar com suas necessidades e expectativas, desenvolvendo suas competências técnicas, sociais e comunicativas, essenciais ao processo de desenvolvimento individual e social. O esporte desenvolve a experiência em grupo, potencializa os mecanismos individuais de autocontrole e valoriza a estruturação das relações interpessoais, contribuindo, ainda, para a superação da resistência à frustração, aceitação de normas e tarefas de seu grupo social”, explicou a professora de Educação Física, Maria Lúcia Sodré.

 

Governador Flávio Dino recebe campeões do Desafio Universitário Empreendedor

A equipe maranhense que trouxe o título nacional do jogo para o estado, criou protótipo de um aplicativo para quem segue dietas restritivas.

O governador Flávio Dino recebeu o staff do Sebrae no Maranhão e os vencedores do Desafio Universitário Empreendedor.

 

Os quatro universitários maranhenses que conquistaram o primeiro lugar nacional do Desafio Universitário Empreendedor apresentaram ao governador Flávio Dino, na tarde desta sexta-feira, 28, no Palácio dos Leões, a ideia da startup que elaboraram para o jogo e que foi decisiva para levarem a melhor na final nacional da competição que reuniu os finalistas estaduais de todo o Brasil. A startup dos maranhenses é um aplicativo para quem segue dietas restritivas como os intolerantes ou alérgicos a leite, glúten e outras substâncias.

 

Os alunos foram acompanhados pelo staff do Sebrae no Maranhão – presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Maranhão, Edilson Baldez das Neves; o diretor superintendente, João Martins; a diretora de Administração e Finanças, Rachel Jordão; a gerente de Soluções e Interlocuções, Giovanna Figueiredo; Raíssa Amaral e Luciani Dória, da equipe de Educação Empreendedora e Marina Lavareda, analista técnica facilitadora do jogo na etapa estadual.

 

Usado pelos empreendedores para “vender” o projeto da startup para potenciais investidores-anjo, o pitch é uma apresentação rápida sobre a ideia de negócio e traz dados como estimativas do mercado e potencial de crescimento, estratégia para crescer com baixo custo, projeção do negócio até cinco anos, dentre outros.

 

Segundo a Associação Brasileira de Alergia e Imunologia (ASBAI), 350 mil crianças brasileiras possuem alergia à proteína do leite de vaca, sendo que 6% a 8% apresenta alergias alimentares e, entre os adultos, o percentual é de 2% a 3%.

 

“Aliado a esse dado, pesquisas apontam que 76% dos brasileiros afirmaram buscar uma alimentação saudável. Isso nos diz muito, porque dá a amplitude do nosso mercado e o que podemos ainda diversificar para que produto possa ser útil a mais pessoas”, apontou a universitária Emilly Martins, do curso de Administração da Universidade Federal do Maranhão (Ufma), acompanhada pelos demais integrantes da equipe – Mayane Conceição (Ciências Contábeis/Ufma), Betiane de Jesus Silva (Adminsitração/Ufma) e João Pedro de Oliveira (Administração/Uema-Timon).

 

O governador Flávio Dino parabenizou a equipe vencedora pela ideia do negócio. “O aplicativo, da maneira como vocês o idealizaram, ajudaria muito pessoas que, como eu, sofrem com alguma restrição alimentar. É muito louvável o papel do Sebrae em fomentar o empreendedorismo junto aos universitários, despertando o potencial e as habilidades empreendedoras para que ideias como a de vocês possam sair do papel e ter sustentabilidade”, disse.

 

O presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Maranhão, Edilson Baldez das Neves, reforçou a eficácia da disseminação da cultura empreendedora no estado, um trabalho que o Sebrae no Maranhão tem desempenhado com bastante êxito. “Em relação ao Desafio Universitário Empreendedor destaco a parceria que temos com as Instituições de Ensino Superior do estado e o trabalho bem mais efetivo da nossa área de Educação Empreendedora que este ano inovou e fez uso da mentoria para ajudar a equipe do Maranhão a vencer a competição nacional”, sinalizou o presidente do CDE, Edilson Baldez das Neves.

 

Educação Empreendedora 

O Desafio Universitário Empreendedor faz parte das atividades do Programa Nacional de Educação Empreendedora (PNEE), concebido e desenvolvido pelo Sebrae com o objetivo de levar o empreendedorismo às instituições de ensino em todos os níveis de educação, como uma estratégia de criar um ambiente propício para o desenvolvimento de micro e pequenos negócios.

 

“Estamos ajudando estes alunos a entender o universo dos negócios com jogos empresariais e vivências para que eles possam ter mais desenvoltura quando precisarem desenvolver negócios”, afirmou diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, informando que o Sebrae vai continuar a acompanhar estes estudantes para ajudá-los a desenvolver o projeto do aplicativo e transformá-lo em um negócio de fato.

 

Para o ciclo 2016, o Desafio Universitário Empreendedor reuniu mais de 26 mil estudantes universitários e 502 professores de todo país. No Maranhão, foram 316 estudantes universitários de 25 instituições de nível superior, que participaram de jogos de negócios para desenvolver habilidades empreendedoras e corporativas, o que os deixou mais preparados para os desafios do jogo.

Fonte: Agência Sebrae de Notícias

Lançado XXIV Congresso Brasileiro de Fruticultura

Evento acontecerá em outubro, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, em São Luís, com grandes promessas de melhorar a cadeia produtiva do setor no estado, pautando-se no tripé Ciência, Tecnologia e Inovação.

 

 

O professor Hamilton Almeida, presidente desta 24ª edição do Congresso Brasileiro de Fruticultura, ressaltou que o Maranhão tem clima, solo e uma bacia hidrográfica sem igual para tornar-se um grande produtor e exportador de frutas nativas.

O professor Hamilton Almeida, presidente desta 24ª edição do Congresso Brasileiro de Fruticultura, ressaltou que o Maranhão tem clima, solo e uma bacia hidrográfica sem igual para tornar-se um grande produtor e exportador de frutas nativas.

“A fruticultura no Maranhão tem tudo para ser um grande pilar na economia do estado e um dos nossos principais produtos para exportação”. Com esta declaração, o professor Hamilton Almeida, do corpo docente da Universidade Estadual do Maranhão, abriu a solenidade de lançamento do XXIV Congresso Brasileiro de Fruticultura, que acontecerá pela primeira vez no estado, de 16 a 21 de outubro, no Centro de Convenções Pedro Neiva de Santana, em São Luís, sob a promoção da Sociedade Brasileira de Fruticultura (SBF).

 

A solenidade de lançamento do evento aconteceu na manhã desta segunda-feira (27.06), no auditório Neiva Moreira, no Complexo de Comunicação da Assembleia Legislativa do Estado, e contou com a participação dos realizadores e apoiadores do evento – dentre eles a Uema, Ufma, Ifma, Embrapa, Secretarias de Estado da Agricultura Familiar (SAF) e de Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Sagrima), Sebrae no Maranhão e Banco do Nordeste.  O congresso traz como tema “Fruteiras Nativas e Sustentabilidade”.

 

O superintendente do Sebrae, João Martins e o Prof. Gusmão, filho de Bequimão, entre o presidente da Sociedade Brasileira de Fruticultura, Almir Carvalho.

O superintendente do Sebrae, João Martins e o Prof. Gusmão, filho de Bequimão, entre o presidente da Sociedade Brasileira de Fruticultura, Almy de Carvalho.

Para o professor Hamilton Almeida – que é também coordenador regional da SBF de Fruticultura e preside o XXIV Congresso Brasileiro de Fruticultura, diversos fatores podem alavancar o Maranhão como grande produtor e exportador de frutas nativas. “Temos 312 milhões de hectares para plantação de frutas de clima tropical e temperado, 12 rios permanentes e, somando a isso, o segundo maior porto do Brasil. Falta-nos, no entanto, maior investimento em pesquisa para que possamos promover o desenvolvimento do setor e aliarmos à Ciência, os braços da tecnologia e da inovação”, destacou.

 

Presente à solenidade, em São Luís, o presidente da Sociedade Brasileira de Fruticultura, Almy de Carvalho, ressaltou o quanto a instituição tem lutado nos últimos anos para estabelecer políticas públicas favoráveis ao desenvolvimento do agronegócio no país, por meio da fruticultura, perpassando pela melhoria de vida do homem do campo.

 

“As discursões propiciadas pelos inúmeros Congressos de Fruticultura já realizados no país avançaram, na prática, em todos os estados que sediaram o evento. Acreditamos que, no Maranhão, não será diferente e poderemos comemorar, daqui a alguns anos, a expansão das fronteiras agrícolas do estado por meio do desenvolvimento da fruticultura de qualidade, baseada em pesquisa, usando recursos tecnológicos e inovadores para melhorar consideravelmente a plantação, a irrigação e a colheita de fruteiras nativas e, assim, melhorar a vida do produtor que busca na terra o sustento da sua família”, arrematou o presidente da SBF.

Conhecimento para mudanças  

O diretor superintendente do Sebrae no Maranhão, João Martins, que representa uma das instituições apoiadoras do XXIV Congresso Brasileiro de Fruticultura, corroborou com a declaração do presidente da SBF, Almy de Carvalho, ao destacar que o Maranhão é um estado de vocação predominantemente agrícola.

 

Representando o Reitor da UEMA, Profa. Francisca Neide, o superintendente do Sebrae, João Martins, o Secretário da Sagrima, Márcio Honaiser e o presidente do XXIV Congresso Brasileiro de Fruticultura, Prof. Hamilton

Representando o Reitor da UEMA, Profa. Francisca Neide, o superintendente do Sebrae, João Martins, o Secretário da Sagrima, Márcio Honaiser e o presidente do XXIV Congresso Brasileiro de Fruticultura, Prof. Hamilton Almeida

“As universidades podem contribuir com os pequenos produtores no processo de assimilação e prática do conhecimento, para que possam ser empreendedores rurais de sucesso e, assim, implementem as mudanças necessárias que refletirão em uma nova realidade produtiva para o estado”, colocou o executivo, destacando que o Sebrae, como instituição de fomento ao empreendedorismo, tem dado a sua parcela de contribuição à fruticultura do Brasil e do Maranhão.

 

“Temos ações pontuais de atendimento no estado e ações de projetos de maior envergadura. Além do mais, continuamente, penamos, articulamos e promovemos a disseminação do conhecimento no sentido de despertar o maranhense para as potencialidades econômicas e os recursos naturais de suas respectivas localidades. Mas poderemos fazer mais e melhor para o desenvolvimento do nosso estado se estivermos todos juntos – poder público, instituições de fomento, universidades, iniciativa privada e setor produtivo”, enumerou Martins.

 

Sobre o Congresso

O Congresso Brasileiro de Fruticultura (CBF) é um evento técnico-científico, realizado a cada dois anos, e desde a sua primeira edição reúne um número expressivo de profissionais de pesquisa, ensino e extensão, produtores, empresários, empresas públicas e privadas direta e indiretamente interessadas no setor do agronegócio frutas, que vem se transformando em uma das principais fontes de renda do país. Mais informações sobre o evento, programação e inscrição no site www.fruticultura2016.com.br.